sábado, 10 de março de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
Sindicalização do guarda municipal: constitucionalidade - Revista Jus Navigandi - Doutrina e Peças
Esse parecer muito me assustou, tendo em vista que o direito de criar associações sindicais é um direito fundamental que foi violado em vários países nas épocas em que adotaram regimes autoritários ou totalitários. Temos como exemplo a Alemanha nazista, que extinguiu os sindicatos, os quais foram substituídos pelo “Deutsche Arbeiterfront” ou Frente Alemã do Trabalho. No Brasil, o golpe militar de 1964 significou a mais intensa e profunda repressão política que a classe trabalhadora enfrentou na história do país. As ocupações militares e as intervenções atingiram cerca de duas mil entidades sindicais. Suas direções foram cassadas, presas e exiladas. A desarticulação, repressão e controle do movimento foram acompanhados de uma nova política de arrocho de salários, da lei antigreve nº 4.330 de 1964 e do fim do regime de estabilidade no emprego.Revista
Artigo
Não pode um dispositivo de lei municipal, que contém regra que viola
frontalmente a Constituição, prevalecer diante de um caso concreto.
O guarda municipal é servidor público civil tem todo direito à associação e a sindicalização.
1.Introdução
Existe uma lei editada em 2007 pelo Município de Belo Horizonte/MG (Lei 9319/2007 –
Estatuto da Guarda Municipal) que, em seu artigo 130, dispõe sobre a proibição ao
guarda municipal de Belo Horizonte de se sindicalizar. No entanto, tive a oportunidade
de ver um parecer técnico, enviado pelo Secretário Municipal de Segurança Urbana e
Patrimonial de Belo Horizonte ao Ministério Público de Minas Gerais, justificando a
existência de tal norma. Alegava que o guarda trabalha diretamente com a segurança
pública, o que justificaria o seu tratamento diferenciado dos demais profissionais e o
impedimento de sindicalizar-se.
Confira o artigo na integra em: http://jus.com.br/revista/texto/21237/da-
constitucionalidade-da-sindicalizacao-do-guarda-municipal
constitucionalidade-da-sindicalizacao-do-guarda-municipal
quinta-feira, 8 de março de 2012
Guarda Municipal poderá vir a fazer Boletins de Ocorrências em REDS
Uma das mais antigas reivindicações dos Guardas Municipais do Estado de Minas Gerais e um ganho imensurável para nosso população, que contará com mais um órgão inserido de fato, no sistema e uma eficiência maior por parte dos organismos de segurança, como a Policia Militar, que deixará de ser empenhada para registrar o que já estará registrado pela órgão de segurança municipal.
terça-feira, 6 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
Mais um round na briga que vem sendo travada entre a Prefeitura de Belo Horizonte e os representantes da Guarda Municipal.
Presidente do sindicato é alvo de cinco
processo disciplinares

http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/02/24/interna_politica,279702/briga-entre-pbh-e-guarda-municipal-ganha-novo-capitulo.shtml
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Briga entre PBH e Guarda Municipal ganha novo capítulo, Presidente do SINDGUARDAS-MG é alvo de cinco processo disciplinares
- Briga entre PBH e Guarda Municipal ganha
- novo capítulo
- Presidente do sindicato é alvo de cinco processo disciplinares
Publicação: 24/02/2012 06:00 Atualização: 24/02/2012 07:22
Mais um round na briga que vem sendo travada entre a Prefeitura de Belo Horizonte e os representantes da Guarda Municipal. A prefeitura abriu cinco processos disciplinares contra o presidente do Sindicato dos Guardas Municipais de Minas Gerais (Sindguardas), Pedro Ivo Bueno da Silva, autor de denúncias de irregularidades na entidade, criada há oito anos para auxiliar na segurança pública do município. Para agilizar os processos a prefeitura nomeou Mareni Linhares Saraiva, lotada na Gerência de Defensoria do Servidor, como advogada dativa do sindicalista. A indicação da defensora foi publicada no Diário Oficial do Município na semana passada.
Guarda Municipal realiza escutas ilegais
Comandada por policiais militares reformados, a Guarda Municipal é investigada por denúncias de direcionamento de contratos, emprego de parentes e uso de escutas clandestinas para monitorar subordinados, conforme reportagem do Estado de Minas publicada em outubro do ano passado. A Guarda Municipal nega que haja qualquer tipo de retaliação nos processos por causa de sua atuação à frente do Sindguardas e alega que a nomeação de um defensor foi feita para preservar os direitos de Pedro Ivo.
A assessoria de comunicação da entidade, alvo de denúncias de irregularidades feitas por uma comissão da Câmara Municipal e investigadas pelo Ministério Público de Minas Gerais, afirma que todos os processos contra ele foram abertos por causa de faltas disciplinares. Pedro Ivo é acusado de “se apropriar das chaves de uma viatura para interromper o trânsito na avenida dos Andradas”, “tentativa de invasão da Câmara Municipal”, “atuação irregular quando era agente de trânsito”, “desrespeito às normas disciplinares” e de “incitar integrantes da guarda a atos de indisciplina e insubordinação ao comando”.
“Todos os processos foram originados por faltas ou atos disciplinares. Não existe sequer processo pelo fato de ele ser membro da associação”, afirma o assessor da entidade, Roger Vítor. Ele acrescenta que o sindicalista se “furta a assinar as notificações dos processos disciplinares para fugir dos processos”. Pedro Ivo contesta, dizendo ser perseguido pelo comando da guarda depois das denúncias e afirma que foi agredido por militares por se recusar a assinar as notificações. Alguns dos processos foram abertos devido à invasão da Câmara pelos guardas, no fim do ano passado, durante tentativa de votação do projeto que cria o plano de carreira da autarquia.
http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/02/24/interna_politica,279702/briga-entre-pbh-e-guarda-municipal-ganha-novo-capitulo.shtml#comentarios
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Tumulto em protesto de guardas municipais na Câmara Municipal de BH Guardas municipais pressionam vereadores de BH Militarização da Guarda Municipal perde força na Justiça Guarda Municipal vira quintal de desmandos de PM reformadosGuarda Municipal realiza escutas ilegais
A assessoria de comunicação da entidade, alvo de denúncias de irregularidades feitas por uma comissão da Câmara Municipal e investigadas pelo Ministério Público de Minas Gerais, afirma que todos os processos contra ele foram abertos por causa de faltas disciplinares. Pedro Ivo é acusado de “se apropriar das chaves de uma viatura para interromper o trânsito na avenida dos Andradas”, “tentativa de invasão da Câmara Municipal”, “atuação irregular quando era agente de trânsito”, “desrespeito às normas disciplinares” e de “incitar integrantes da guarda a atos de indisciplina e insubordinação ao comando”.
“Todos os processos foram originados por faltas ou atos disciplinares. Não existe sequer processo pelo fato de ele ser membro da associação”, afirma o assessor da entidade, Roger Vítor. Ele acrescenta que o sindicalista se “furta a assinar as notificações dos processos disciplinares para fugir dos processos”. Pedro Ivo contesta, dizendo ser perseguido pelo comando da guarda depois das denúncias e afirma que foi agredido por militares por se recusar a assinar as notificações. Alguns dos processos foram abertos devido à invasão da Câmara pelos guardas, no fim do ano passado, durante tentativa de votação do projeto que cria o plano de carreira da autarquia.
http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2012/02/24/interna_politica,279702/briga-entre-pbh-e-guarda-municipal-ganha-novo-capitulo.shtml#comentarios
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